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Golpes na Copa do Mundo

Principais golpes na Copa do Mundo: como empresas e consumidores podem se proteger 

Saiba os diferentes tipos de golpes na Copa e como mitigar riscos.
  • 7 de abril
  • 2026
  • 7 min

A Copa do Mundo sempre foi sinônimo de emoção, engajamento e consumo em escala global. Mas existe um outro lado desse evento que cresce na mesma velocidade e muitas vezes passa despercebido pelas empresas: os golpes na Copa do Mundo. 

Enquanto as marcas se preparam para vender mais, ganhar visibilidade e aproveitar o hype do Mundial de 2026, os fraudadores estão fazendo exatamente a mesma coisa, só que com outro objetivo: explorar vulnerabilidades. 

A verdade é que os grandes eventos, como as próprias Olimpíadas, geram grandes oportunidades e atenção mundial, o que pode ser uma porta de entrada inclusive para fraudes, golpes, sabotagens, vandalismos, entre outros riscos. E ignorar esse cenário pode custar caro não só para consumidores, como também para as empresas. 

Por que os golpes na Copa do Mundo tendem a crescer? 

Durante a Copa, o consumidor muda seu comportamento, comprando mais, decidindo mais rápido e, muitas vezes, baixando a guarda. 

Agora imagine esse cenário em escala global. Milhões de pessoas acessando sites, comprando produtos, fazendo apostas, reservando viagens e buscando informações em tempo real. Esse volume cria o ambiente perfeito para atividades fraudulentas. 

Existe uma combinação perigosa aqui: 

  • Alta demanda; 
  • Urgência nas decisões;  
  • Forte apelo emocional; 
  • Entrada de novos usuários digitais.

É como uma versão potencializada da Black Friday, só que com ainda mais engajamento emocional. E quando existe volume e pressa, existe oportunidade para fraude. 

Quais os principais golpes na Copa do Mundo? 

Não estamos falando de um único tipo de golpe. Estamos falando de um ecossistema de fraudes que se adapta rapidamente ao comportamento do consumidor. 

Inclusive, de acordo com estudo da NordVPN, 34% dos usuários brasileiros na internet encontraram algum golpe relacionado ao futebol em 2024 e 2025. No total, 11% admitiram ter perdido dinheiro com essas fraudes. Entre as vítimas, as perdas mais comuns variaram entre R$ 251 e R$ 500. 

A seguir, separamos os principais riscos que empresas precisam entender e antecipar. 

1. Fraudes em e-commerce e marketplaces

Durante a Copa, a venda de produtos relacionados ao evento dispara. Camisas de seleções, eletrônicos, TVs, acessórios e itens temáticos entram em alta. 

Com esse aumento de volume, surgem fraudes de identidade, invasões de contas, uso de cartões clonados ou roubados, chargebacks, abuso de cupons e promoções com criação de múltiplas contas para exploração de campanhas. 

No último caso, um exemplo clássico é quando um fraudador cria diversas contas para aproveitar benefícios de “primeira compra”, multiplicando descontos e gerando prejuízo direto para a empresa. 

O problema não é apenas financeiro. Esses golpes na Copa do Mundo também distorcem indicadores, comprometem campanhas de marketing e dificultam a leitura real do desempenho do negócio. 

Saiba mais: Abuso de cupons: veja riscos ocultos em promoções 

Como mitigar os riscos no e-commerce? 

As empresas de varejo digital, e-commerce e marketplaces precisam ir além de controles básicos. É essencial realizar: 

  • Risk assessment para identificar vulnerabilidades em sistemas, processos e controles; 
  • Investigação de casos de fraudes para identificar padrões, responsáveis e brechas usadas, mitigando reincidências; 
  • Apuração de desvios de conduta referentes a possíveis fraudes internas e desvios de produtos por parte dos colaboradores;  
  • Análise forense digital para coletar evidências de fraudes digitais e rastrear o comportamento do fraudador; 
  • Threat intelligence para monitorar riscos e antecipar novas ameaças.

2. Fraudes em bets

O mercado de bets vive um momento de expansão acelerada no Brasil, e o Mundial é, sem dúvida, o seu maior catalisador.  

Para se ter uma ideia, durante a última Copa no Catar, cerca de US$ 35 bilhões foram movimentados em apostas esportivas globalmente, segundo levantamento do banco britânico Barclays. Esse número por si só já indica o tamanho do interesse e do risco. 

Agora, com a Copa do Mundo de 2026 sendo a primeira após a regulamentação das bets no Brasil, o cenário tende a ser ainda mais complexo, com tendência de crescimento expressivo nos gastos com apostas e fraudes. 

Fica claro que quanto maior o volume financeiro, maior o incentivo para o crime. E, no segmento de bets, diferentemente de outros setores, a fraude pode acontecer em escala e velocidade maiores. 

Neste sentido, conforme a NordVPN, entre os brasileiros que encontraram fraudes em eventos esportivos, 75% afirmaram ter enfrentado ocorrências em apostas. Os principais golpes na Copa do Mundo nesse segmento incluem: 

  • Account takeover (invasão de contas para roubo de saldo); 
  • Fraude de identidade para criação de contas falsas;  
  • Abuso de bônus e promoções; 
  • Manipulação de comportamento para explorar sistemas, como uso de bots.

Além disso, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) alertou sobre o risco de apostas ilegais, frequentemente ligadas ao crime organizado, e de manipulação de resultados. 

Leia também: Prevenção à Lavagem de Dinheiro nas apostas: veja tudo! 

O que empresas de apostas precisam fazer? 

  • Mapear vulnerabilidades com risk assessment; 
  • Implementar processos de Know Your Customer; 
  • Realizar verificações de identidade; 
  • Monitorar comportamentos suspeitos em tempo real; 
  • Investigar incidentes com profundidade.

3. Golpe do álbum da Copa e produtos falsificados

Poucos elementos da Copa são tão universais quanto o álbum de figurinhas. Ele ativa memória, nostalgia e engajamento e exatamente por isso se torna um alvo fácil para fraudadores. 

Entre as principais fraudes referentes ao álbum estão sites com domínios falsos simulando lojas oficiais e anúncios de pré-venda em marketplaces, buscando apelar para o senso de urgência com uma contagem regressiva para enganar os usuários. 

Outro problema recorrente é a comercialização de itens falsificados, como camisas, bolas e itens colecionáveis.  

Em ambos os casos, o impacto vai além do consumidor, já que as empresas têm sua marca associada a experiências negativas, o que pode gerar perda de confiança e danos reputacionais difíceis de reverter. Aliás, produtos falsificados de futebol foram citados por 57% dos brasileiros que sofreram fraudes no esporte. 

Neste contexto, proteger a marca é a melhor forma de proteger sua receita futura. Para isso, adote medidas como: 

  • Monitoramento constante de uso indevido de marca; 
  • Identificação de sites falsos; 
  • Ações de brand protection para remover ameaças.

4. Fraudes em reservas de viagens

Com a Copa acontecendo em múltiplos países, a demanda por viagens aumenta significativamente. 

Segundo documento da Fifa, no Mundial de 2026, espera-se que cerca de 6,5 milhões de pessoas assistam aos jogos, presencialmente, em estádios distribuídos pelos três países anfitriões: México, Estados Unidos e Canadá. 

É neste cenário que surgem outros golpes na Copa do Mundo, com ofertas irresistíveis, como passagens baratas demais, pacotes completos com preços muito abaixo do mercado e reservas com “últimas vagas”. 

Na prática, muitos desses anúncios levam a agências falsas, sites fraudulentos e reservas inexistentes. O resultado é prejuízo financeiro direto para o consumidor e um impacto indireto no setor como um todo, com efeito negativo na confiança e credibilidade. 

Para as empresas legítimas, isso também representa concorrência desleal. 

Para evitar esse tipo de situação, é importante que as empresas invistam em soluções de: 

  • Brand protection para realizar o monitoramento de promoções suspeitas e ofertas falsas no mercado; 
  • Investigação corporativa para desvendar fraudes estruturadas e responsáveis; 
  • Análise forense digital para apoiar na identificação de redes fraudulentas.

5. Ingressos falsos e transmissões ilegais

Poucas coisas geram tanta urgência quanto um ingresso para o maior evento esportivo do mundo. Este clima é explorado ao máximo por fraudadores e os golpes na Copa do Mundo incluem venda de ingressos falsificados, revendas inexistentes e até mesmo sites que prometem transmissão gratuita, mas entregam malware.  

Aqui, o comportamento do consumidor também contribui para o risco. A busca por atalhos, seja preço mais baixo ou acesso facilitado, aumenta a exposição a fraudes. 

Para mitigar esse risco, a atuação é semelhante a fraudes anteriores por meio de monitoramento de páginas falsas, uso de threat intelligence, ações de brand protection e a realização de investigações. 

6. Phishing e engenharia social 

Se existe um elo comum entre muitos desses golpes, ele está aqui. Phishing e engenharia social são as portas de entrada. 

Um e-mail com promoção imperdível. Um SMS com desconto exclusivo. Um link que parece legítimo e o usuário entrega seus dados sem perceber. 

A tecnologia evoluiu, mas o fator humano continua sendo o principal vetor de ataque, o que exige uma abordagem mais estratégica. 

Leia também: Ataques de engenharia social: 8 estratégias de proteção 

Como se preparar para os golpes na Copa do Mundo de 2026 

Durante a Copa, muitas empresas concentram esforços em vendas, campanhas e crescimento, deixando a segurança em segundo plano, e isso é um erro. Ignorar fraudes em períodos de alta demanda é correr sérios riscos.   

Desse modo, a preparação começa antes do evento e as empresas que tratam fraude como prioridade estratégica conseguem reduzir riscos de forma significativa. Um bom ponto de partida inclui: 

  1. Mapear vulnerabilidades: identificar onde estão as brechas antes que sejam exploradas.
  2. Monitorar ameaças: acompanhar movimentos de fraudadores e tendências de ataque.
  3. Proteger a marca: evitar uso indevido e fraudes associadas à identidade da empresa.
  4. Investigar incidentes: entender a fundo o que aconteceu e evitar recorrência.
  5. Analisar evidências digitais: rastrear ações e identificar responsáveis com precisão.

Como a GIF pode ajudar sua empresa a enfrentar golpes na Copa do Mundo 

A Copa do Mundo 2026 será, sem dúvida, uma oportunidade gigantesca para empresas de todos os setores. Mas também será um dos períodos mais críticos em termos de fraude. 

Enquanto o mercado se prepara para crescer, os riscos também evoluem. E a diferença entre empresas que saem fortalecidas e aquelas que acumulam prejuízos está na preparação. 

A GIF International está pronta para ajudar as empresas na mitigação de golpes na Copa do Mundo. Atuamos na prevenção, detecção e investigação de fraudes, com uma abordagem estratégica e soluções personalizadas de acordo com as necessidades de cada empresa. 

Disponibilizamos um ecossistema completo de soluções integradas, incluindo brand protection, desvio de conduta, investigação corporativa, análise forense, threat intelligence, due diligence e muito mais. 

Para saber mais detalhes, converse com nosso time de especialistas e aumente a proteção do seu negócio agora mesmo! 

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