Logo-GIF Modal Box Title

  • Início
  • Artigos
  • Newsletter
  • Conteúdos
    • Materiais Ricos
      • Glossário de Combate a Fraudes
      • O impacto das fraudes nas empresas
      • Panorama de Roubo de Cargas
      • Kit Exclusivo: Aliciamento de Colaboradores e Fraudes Internas
Pesquisar
Globe Linkedin Instagram Facebook
  • Início
  • Artigos
  • Newsletter
  • Conteúdos
    • Materiais Ricos
      • Glossário de Combate a Fraudes
      • O impacto das fraudes nas empresas
      • Panorama de Roubo de Cargas
      • Kit Exclusivo: Aliciamento de Colaboradores e Fraudes Internas
  • Início
  • Artigos
  • Newsletter
  • Conteúdos
    • Materiais Ricos
      • Glossário de Combate a Fraudes
      • O impacto das fraudes nas empresas
      • Panorama de Roubo de Cargas
      • Kit Exclusivo: Aliciamento de Colaboradores e Fraudes Internas
Pesquisar
Globe Linkedin Instagram Facebook
  • Leitura ordenada
Vantagens e desvantagens do Open Finance

Open Finance e vulnerabilidades: o que os bancos precisam reforçar em 2026 

Quais os desafios, vantagens e desvantagens do Open Finance de olho no futuro do sistema?
  • 13 de janeiro
  • 2026
  • 8 min

O setor financeiro brasileiro chega a 2026 com o Open Finance se consolidando como uma das maiores transformações regulatórias do segmento. Para os bancos e instituições, a implementação do sistema de interoperabilidade de dados dos clientes ampliou a competição, forçando a disponibilização de melhores ofertas de serviços. Ainda assim, existem desafios, vantagens e desvantagens do Open Finance, principalmente pensando em 2026. 

Fato é que o sistema exigiu o avanço das APIs para integrações bancárias, a expansão dos ecossistemas digitais e o uso intensivo de dados. Este cenário também expôs novas superfícies de ataque.  

Fraudes sofisticadas, manipulação de consentimentos, sequestro de APIs e ataques de engenharia social passaram a explorar as brechas abertas pela interconexão entre aplicativos bancários.   

Então, o que antes era um ambiente relativamente fechado e controlado passou a operar com um modelo em que dados fluem, logins e acessos se multiplicam e, como consequência, as vulnerabilidades aumentam. 

Diante deste contexto, crescem os desafios para bancos e instituições financeiras que precisam equilibrar crescimento, eficiência operacional e segurança financeira. 

Enfrentar 2026 exige, portanto, que bancos revisitem suas estratégias antifraude não apenas para cumprir compliance bancário, mas para garantir proteção contra os fraudadores modernos. 

Leia também: Fraudes bancárias: principais tipos, direitos das vítimas e como reduzir o problema 

Open Finance no Brasil: de abertura regulada a ecossistema vivo 

O Banco Central estabeleceu as bases do Open Banking em 2021. Em seguida, o sistema expandiu para englobar todo o relacionamento financeiro dos usuários, incluindo investimentos, seguros, previdência, câmbio e pagamentos. 

Inspirado no modelo lançado em 2018 no Reino Unido, o sistema brasileiro conta com mais de 55 milhões de usuários conectados e é o maior ecossistema de compartilhamento de dados financeiros, segundo levantamento da EY. Em um ano, o ecossistema brasileiro registrou 2 milhões de novos usuários por mês. 

Três fatores explicam por que o Brasil se tornou um dos países mais avançados no Open Finance:

Estrutura regulatória clara: o BC definiu padrões de interoperabilidade, segurança e governança desde o início, garantindo previsibilidade técnica.

Nível de digitalização bancária: a maioria dos clientes brasileiros em grandes bancos já operavam majoritariamente via mobile quando o Open Finance foi lançado.

Forte competição entre bancos, fintechs e pagamentos: o ecossistema brasileiro sempre foi terreno fértil para inovação regulada de transferências eletrônicas ao modelo de pagamento instantâneo do PIX. 

O resultado é um cenário onde milhões de consentimentos ativos geram um ambiente dinâmico e sensível. 

Vantagens e desvantagens do Open Finance: o equilíbrio entre inovação e exposição 

Para gestores de riscos, fraudes, tecnologia e compliance de bancos e instituições, entender as vantagens e desvantagens do Open Finance é essencial para orientar investimentos e ações preventivas em 2026. 

Confira as vantagens do Open Finance para bancos e instituições: 

1. Melhor personalização e crédito mais preciso

A análise integrada de informações dos perfis dos usuários permite ampliar o score de crédito e a avaliação de risco. Assim, é possível conceder créditos de forma mais segura e com produtos customizados. 

2. Ofertas hipersegmentadas 

Os bancos deixam de depender apenas do relacionamento tradicional e passam a concorrer em igualdade de condições com as demais instituições para fornecer serviços mais personalizados, captando e retendo clientes.

3. Novas frentes de monetização

Com a interoperabilidade de dados, os bancos passam a ter oportunidades de gerar novos fluxos de receita, com parcerias, plataformas digitais e produtos integrados que são oferecidos aos clientes.

4. Transparência e eficiência operacional

A padronização de dados facilita a realização de auditorias, reduz burocracia e simplifica validações. 

Leia também: Foco no cliente como pilar da estratégia de segurança 

Desvantagens do Open Finance 

1. Aumento na superfície de ataque

Quanto mais sistemas, APIs e integrações, maior a probabilidade de falhas de autenticação, roubos de tokens, exploração de vulnerabilidades lógicas, sequestro de dados, ataques de força bruta, entre outros.

2. Dependência da higiene de dados dos parceiros

Um elo vulnerável pode comprometer a cadeia inteira. Por isso, no Open Finance, é essencial que todas as instituições e parceiros conectados tenham boas práticas de segurança.

3. Fragilidade na gestão de consentimentos

O consentimento é o coração do Open Finance e também sua maior vulnerabilidade quando é manipulado, concedido de forma fraudulenta ou sequestrado por engenharia social. 

Para se ter uma ideia, em 2024, de acordo com dados do Banco Central, a chamada de APIs do Open Finance para consentimento apresentou uma taxa de insucesso de 14,1%. 

Nestes casos de falha, os clientes reais podem abandonar a jornada e o risco de fraude aumenta, já que tentativas sem sucesso também podem mascarar ataques estruturados.

4. Risco de fraude multicamada

O fraudador moderno não ataca apenas um ponto, explorando engenharia social, vazamento de dados, triangulações de transações, identidade sintética e vulnerabilidades em APIs para invadir contas e obter ganhos financeiros.

5. Pressão regulatória 

A não conformidade com as regras do Open Finance e demais mecanismos do sistema bancário pode gerar multas, sanções, restrições operacionais e danos reputacionais. 

Por que 2026 será decisivo para a segurança do Open Finance? 

Além das vantagens e desvantagens do Open Finance, em 2026, bancos enfrentarão riscos ainda mais complexos. Veja os elementos mais críticos.

Crescimento de fraudes e crimesem ambientes interconectados

Os fraudadores estão explorando roubo e manipulação de tokens, criação de “consentimentos híbridos” (parte legítimos, parte adulterados), bots especializados em simular comportamentos humanos e uso de inteligência artificial generativa para engenharia social hiperpersonalizada. 

Inclusive, crescem os casos de consentimentos fraudados ou manipulados. As principais situações envolvem indução do cliente a conceder acesso, uso de consentimentos antigos para operações novas, consentimentos obtidos via call centers falsos e falta de rastreabilidade clara entre consentimento e operação.

Exposição de APIs

As APIs conectam instituições, trocam dados sensíveis em milissegundos e sustentam toda a lógica de consentimento, compartilhamento e serviços inteligentes. Por esse mesmo motivo, são também uma das superfícies de ataque mais visadas. Entre os riscos mais frequentes estão: 

  • Falta de rate limiting: sem limites de requisições por segundo/minuto, uma instituição se torna vulnerável a ataques de força bruta (tentativas massivas de autenticação), credential stuffing (uso de senhas vazadas em larga escala) e negação de serviço, derrubando serviços de consentimento ou dados transacionais; 
  • Ausência de validação contextual: é comum encontrar implementações que só validam o básico (chave, token e escopo), mas um ambiente seguro exige verificar dispositivo, horário, origens geográficas e padrão de uso; 
  • Falhas no versionamento: a evolução contínua das APIs exige desativação de versões antigas, documentação atualizada, compatibilidade consistente, e controle de features por versão. Quando isso falha, surgem riscos; 
  • Logs inadequados: uma das maiores dores é descobrir, tarde demais, que os logs não capturavam endpoint acessado, escopo solicitado, consentimento referenciado e dados de origem da requisição. Sem essa rastreabilidade, incidentes passam despercebidos e é impossível reconstruir a cadeia de eventos quando ocorre uma investigação; 
  • Autenticação insuficiente: problemas comuns incluem verificação fraca entre instituições participantes, fluxos OAuth mal configurados, tokens com validade excessiva, ou ausência de autenticação mútua bem configurada.

Aumento do risco envolvendo terceiros

Com o avanço das fintechs, gateways e plataformas de integração, é impossível garantir a robustez de segurança de todos os parceiros, o cumprimento padronizado do compliance bancário e a limpeza correta dos dados compartilhados. 

Por exemplo: um banco pode ter padrão máximo de segurança, mas se conectar a: uma fintech com criptografia inconsistente, um gateway com logs incompletos, ou um provedor de dados com API vulnerável. Então, a exposição se torna compartilhada.

Identidades digitais frágeis 

As identidades dos usuários são cada vez mais frágeis, com os dados e acessos sendo facilmente burlados por fraudadores. 

Então, mesmo com cadastro e autenticação fortes, os bancos precisam correlacionar dados contextuais, detectar dispositivos recém-adicionados, identificar padrões anômalos de login e cruzar comportamento com histórico. 

Expansão da complexidade regulatória

O compliance bancário é um grande desafio para bancos e instituições, já que, frequentemente, surgem novas normas que as empresas do setor devem se adequar. 

Inclusive, a entrada em vigor da Resolução Conjunta nº 10 do Banco Central, em julho de 2024, marcou o início de uma nova fase do Open Finance, com uma escala massiva, impacto sistêmico e risco ampliado. 

A partir dela, tornou-se obrigatória a participação de instituições com mais de 5 milhões de clientes ativos, o que significa incluir a entrada de grandes bancos digitais que até então estavam de fora do ecossistema. 

Além do aumento das normativas, o BC deve intensificar fiscalizações, exigências de auditoria, obrigações de segurança cibernética, protocolos de consentimento e regras de autenticação forte. 

O que bancos precisam reforçar na segurança do Open Finance em 2026? 

Após diversas análises em ambientes bancários, considerando as vantagens e desvantagens do Open Finance, o que observamos é que 2026 exigirá avanços em cinco frentes estratégicas. Confira esse checklist! 

Reforço de arquitetura de APIs 

  • Validação contextual e comportamental; 
  • Detecção de uso anômalo em tempo real; 
  • Rate limiting adaptativo; 
  • Auditoria contínua de endpoints; 
  • Segregação de ambientes com menor privilégio. 

Gestão avançada de consentimentos 

  • Validação reforçada em consentimentos críticos; 
  • Monitoramento preditivo para comportamentos suspeitos; 
  • Alertas de consentimento fora do perfil; 
  • Campanhas de educação e treinamento para clientes. 

Inteligência contra fraude entre instituições 

  • Compartilhamento estruturado de indicadores de risco; 
  • Uso de informações de fraudadores conhecidos conforme apontado pela Resolução Conjunta nº 6; 
  • Análise de vínculos para identificar redes de fraude. 

Governança de terceiros e parceiros do ecossistema 

  • Matrizes de risco dinâmicas; 
  • Due diligence contínua; 
  • Auditorias de segurança sobre APIs de parceiros; 
  • Classificação de exposição por criticidade. 

Resposta a incidentes alinhada ao ecossistema 

  • Planos de comunicação entre as instituições; 
  • Protocolos conjuntos de bloqueio e escalonamento; 
  • Investigação forense estruturada e compartilhável; 
  • Mecanismos automatizados de contenção rápida. 

Futuro com segurança no Open Finance 

Indo além das vantagens e desvantagens do Open Finance, o sistema continuará acelerando a inovação, competição e inclusão. 

Ao mesmo tempo, a evolução dos fraudadores não vai diminuir. A complexidade das integrações não vai regredir. E a regulação não será mais flexível. 

2026 será o ano em que a diferenciação entre instituições seguras e vulneráveis ficará mais clara. 

Os bancos que reforçarem segurança financeira, compliance bancário, monitoramento de APIs, gestão de consentimentos, e inteligência antifraude integrada, estarão um passo à frente. 

Como a GIF International pode ajudar a impulsionar a segurança 

Neste cenário, as instituições financeiras precisam ser capazes de combater as fraudes sofisticadas, garantir a segurança em operações e transações, e tratar os dados sensíveis dos usuários de modo seguro e rastreável. 

É justamente aqui que entra o ecossistema da GIF International, com uma abordagem completa para apoiar bancos, fintechs, instituições financeiras e de pagamento. 

Com nossas soluções, realizamos due diligence e validação de fornecedores e parceiros para saber com quem a sua instituição está se conectando e reduzindo riscos de terceiros. 

Também atuamos com investigações corporativas completas, incluindo coleta de evidências, análise de dispositivos, reconstrução de cadeia de eventos e identificação de fraudadores e modus operandi. Além disso, contamos com análise forense digital aplicada a ambientes financeiros, com foco em APIs, logs, endpoints, dispositivos móveis e credenciais. 

Nossa abordagem combina inteligência, tecnologia e experiência em casos complexos de fraudes. Quer saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas! 

Cibersegurança
Gestão de Riscos
Institucional
Investigação de Fraudes
Prevenção de Fraudes
  • Foto de Gabriel Duque Gabriel Duque
  • Jornalista e especialista em marketing de conteúdo e SEO
  • Assinar Newsletter
  • Confira também
Investigação de fraudes

Conheça a história da GIF International e nossas soluções de investigação e inteligência antifraude

  • Gabriel Duque
  • 3 de setembro
  • 2024
  • 13 min
apagão cibernético

Veja os impactos e consequências do apagão cibernético para a segurança digital das empresas

  • Gabriel Duque
  • 5 de setembro
  • 2024
  • 8 min
reputação da empresa

Reputação da empresa: como evitar riscos para seu negócio com soluções antifraude

  • Gabriel Duque
  • 10 de setembro
  • 2024
  • 11 min
investigação corporativa

Investigação corporativa: veja como o serviço de combate a fraudes protege seu negócio

  • Gabriel Duque
  • 12 de setembro
  • 2024
  • 9 min
roubo de cargas no Brasil

Roubo de cargas: principais desafios de segurança e as estratégias para evitar

  • Gabriel Duque
  • 17 de setembro
  • 2024
  • 9 min
  • Destaques
Vantagens e desvantagens do Open Finance

Open Finance e vulnerabilidades: o que os bancos precisam reforçar em 2026 

  • Gabriel Duque
  • 13 de janeiro
  • 2026
  • 8 min
análise de vínculos

Como a análise de vínculos fortalece a defesa contra fraudes corporativas 

  • Gabriel Duque
  • 8 de janeiro
  • 2026
  • 7 min
auditoria externa

Auditoria externa: qual a importância para sua empresa e como implementar na prática?

  • Gabriel Duque
  • 6 de janeiro
  • 2026
  • 6 min
Regulamentação de segurança cibernética

Resolução BCB Nº 538/2025: novas diretrizes de segurança cibernética para instituições financeiras

  • Gabriel Duque
  • 1 de janeiro
  • 2026
  • 8 min
como evitar clonagem de cartão

Descubra como evitar clonagem de cartão com 8 medidas efetivas

  • Gabriel Duque
  • 30 de dezembro
  • 2025
  • 8 min
  • Canal de Ética
  • Política de Privacidade de Dados
  • Política de Segurança da Informação
  • Trabalhe Conosco
  • Canal de Ética
  • Política de Privacidade de Dados
  • Política de Segurança da Informação
  • Trabalhe Conosco
Globe Linkedin Instagram Facebook