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planejamento estratégico de negócios

Como integrar planejamento estratégico e gestão de riscos em negócios modernos

Como alinhar o planejamento estratégico com o combate a fraudes? Veja!
  • 18 de fevereiro
  • 2025
  • 12 min

Em um cenário de disrupções tecnológicas, em que novos mercados sugerem, soluções inovadoras impactam a sociedade e as fraudes se multiplicam, as empresas precisam desenvolver o planejamento estratégico de negócios.  

Assim, é possível ter uma análise aprofundada das tendências e maior visibilidade das ações, projetos, sistemas e processos internos, com o intuito de atingir os objetivos da organização e de incorporar as novas demandas de segurança e de inovação. 

Na prática, esse planejamento ajuda a companhia a ficar pronta para mudanças, uma vez que permite estruturar, monitorar e evoluir a estratégia do negócio ao longo do tempo. 

Leia também: Gestão inteligente: a importância de tomada de decisões informadas no combate a fraudes 

Planejamento estratégico de negócios como preparação para o futuro 

Neste sentido, o planejamento estratégico empresarial permite alinhar e programar as estratégias a curto, médio e longo prazo, de modo eficiente, destinando o orçamento correto para cada tipo de atividade. 

“As organizações mais bem-sucedidas e prontas para o futuro operam em horizontes duplos. Elas continuam a apresentar um bom desempenho no seu negócio principal, enquanto transformam seu próprio negócio. Elas fazem isso usando o mesmo esforço para impulsionar a eficiência e a melhoria contínua e explorar novas oportunidades.”

Este trecho foi retirado do artigo “Estar pronto para o futuro não é um luxo”, dos autores Howard H. Yu e Zhike Lei.

Ao olhar para esses diferentes espectros de período de implementação de estratégias, as empresas podem se propor a realizar ações imediatas, inovações experimentais e preparação para transformações futuras. 

Com isso, as organizações conseguem garantir que estejam prontas para as mais diversas circunstâncias e riscos, estando um passo à frente da concorrência, se destacando no mercado e mantendo sua competitividade. 

Por que o planejamento estratégico precisa evoluir? 

Tradicionalmente, esse processo de plano de negócios foca no crescimento, eficiência e competitividade.  

O problema é que o ambiente atual é marcado por um cenário econômico desafiador, aumento da complexidade regulatória, digitalização acelerada, fraudes cada vez mais sofisticadas, uso de engenharia social e inteligência artificial por criminosos. 

Nesse contexto, planejar sem considerar riscos e fraudes deixou de ser apenas incompleto, se tornando perigoso. 

A partir do planejamento, os negócios podem mapear os riscos de negócios e se preparar para tais situações, fortalecendo suas operações e contando com programas de governança, compliance e continuidade de negócios. 

Ambiente econômico desafiador 

Ao observar o contexto macro, com os impactos econômicos no mundo, os negócios passaram a adotar estratégias de redução de custos, com 20,5% implementando essas medidas, de acordo com a Deloitte. Dessa maneira, esses esforços diminuem os riscos financeiros e aumentam a lucratividade. 

Por outro lado, o desafio passa a ser como alcançar seus objetivos futuros de crescimento no longo prazo, mesmo com o corte de gastos. 

Para completar essa visão do ambiente de negócios, é interessante notar as prioridades da alta liderança em uma pesquisa da ANK: 

  • Desenvolvimento de pessoas e a retenção de talentos (68%); 
  • Atualização tecnológica (43%); 
  • Transformação digital (40%); 
  • Reputação e marca (35%); 
  • Processos de M&A e/ou busca de investidores (28%). 

Riscos e vulnerabilidades 

É importante destacar que as fraudes não são mais eventos isolados. Elas afetam resultados financeiros, reputação e confiança do mercado, relação com clientes e parceiros, custos operacionais e jurídicos. 

O alto custo das fraudes e a obrigação de manter a empresa em compliance com normas de segurança e prevenção à lavagem de dinheiro colocam o combate a fraudes como essencial dentro do planejamento estratégico de negócios. Isso vale, independentemente, do segmento da empresa, seja financeiro, bets, varejo, e-commerce, logística, transportadoras, mobilidade, entre outras. 

Entre as diversas modalidades de fraudes atuais, 74% dos líderes empresariais consideram as violações cibernéticas e vazamentos de dados como as ameaças mais graves, superando aspectos como mudanças regulatórias e instabilidades políticas. As informações são do levantamento “Risk Decisions 360°: Emerging Risks That Can Impede Sustainable Company Growth”, da Chubb. 

Inclusive, um estudo da Tenable reforça a necessidade e a preocupação com o monitoramento dos riscos digitais: somente 40% das empresas se dizem eficazes no gerenciamento de vulnerabilidades. 

Então, as empresas maduras já entenderam que combate a fraudes é um tema estratégico, não apenas operacional. E tal assunto deve estar conectado à visão de longo prazo, à governança e às decisões da diretoria. 

Principais tipos de riscos e fraudes que impactam o negócio 

Dentro do planejamento estratégico, é essencial mapear riscos como: 

  • Fraudes financeiras: golpes de engenharia social, desvios internos e pagamentos indevidos.
  • Ameaças internas (insider threat): colaboradores aliciados, uso indevido de acessos, entre outros. 
  • Riscos operacionais: falhas de processo, ausência de controles e segregação de funções. 
  • Riscos tecnológicos: vazamentos de dados, acessos indevidos e ameaças cibernéticas. 
  • Riscos reputacionais: impacto da fraude na confiança do cliente e do mercado. 

Esse mapeamento permite priorizar investimentos e ações estratégicas. 

Leia também: Como a gestão de riscos se torna estratégica 

Como fazer o planejamento estratégico de negócios? 

Análise estratégica  

O ponto de partida do planejamento é a análise inicial do cenário das empresas, compreendendo onde o negócio está no momento, desempenho financeiro, operação, estrutura, ativos e riscos da organização.   

Ao levar em consideração esse ambiente interno e o externo, é possível adotar ferramentas como a análise SWOT para identificar pontos fracos, pontos fortes, oportunidades e ameaças. 

Exemplo de análise SWOT aplicada a riscos e fraudes: 

  • Forças: controles existentes, tecnologia antifraude e cultura ética;
  • Fraquezas: processos manuais, dependência excessiva de pessoas e falta de processos de investigação; 
  • Oportunidades: automação, inteligência de dados e revisão de governança; 
  • Ameaças: novas fraudes, engenharia social e uso de IA por fraudadores. 

Objetivos  

Depois de responder ‘onde estamos’, a próxima pergunta é ‘onde queremos chegar’. Portanto, é importante determinar os objetivos a serem alcançados dentro de um curto, médio e longo prazo. Para isso, a ferramenta SMART é decisiva, pois facilita a definição de objetivos com base em critérios específicos, mensuráveis, atingíveis, relevantes e com prazo. 

Veja possíveis metas SMART para segurança e antifraude: 

  • Redução percentual de perdas de 20% em 2 meses; 
  • Diminuição do tempo médio de resposta a incidentes para 1h; 
  • Aumento do nível de maturidade dos controles com a criação e a revisão de 10 procedimentos a cada mês. 

Processo de inovação 

Como citamos anteriormente, para superar os obstáculos do mercado e garantir a prosperidade da empresa, é fundamental aliar a inovação ao processo de definição estratégica.  

Neste sentido, os responsáveis pelo planejamento devem destinar recursos e criar espaços de experimentação para garantir a exploração de novas possibilidades, tanto do ponto de vista de melhorias operacionais, como de evolução da proteção do negócio.  

É fundamental também analisar os riscos de cada inovação e o potencial de impacto, preservando a segurança. 

Cliente no centro dos negócios 

Uma parte muitas vezes esquecida no planejamento estratégico de negócios é o cliente. Hoje em dia, a centralidade no consumidor é essencial, seja sua empresa B2B ou B2C. Então, deve-se ter um olhar voltado para o cliente em todas as operações, desde a criação de um produto ou serviço até o pós-venda. 

A criação de experiência positivas, a mitigação do risco de fraudes que os usuários possam sofrer e o bom relacionamento ajudam a encantar o cliente e trazer relevância para a marca. 

Indicadores-chave de desempenho  

A próxima etapa é a criação dos KPIs, isto é, os indicadores-chave de desempenho, para auxiliar as empresas no acompanhamento das ações, no monitoramento dos resultados e no atingimento dos objetivos. 

Cada negócio vai determinar seus KPIs conforme os próprios projetos e metas. No entanto, vale destacar a importância dos indicadores conectarem a estratégia à execução. 

Confira exemplos de indicadores estratégicos voltados para fraudes e riscos: 

  • Valor financeiro recuperado ou evitado; 
  • Tempo de detecção da fraude; 
  • Tempo de resposta ao incidente; 
  • Reincidência por tipo de fraude; 
  • Número de processos revisados após investigações. 

Saiba mais: Indicadores de fraudes: entenda quais são! 

Planos de ação  

Com todo o panorama acima, chega a hora de montar o plano de ação com as medidas que serão executas para atingir os objetivos. No plano, deve constar a organização de projetos, ações, responsáveis e indicadores de sucesso para cada atividade. 

Flexibilidade 

No entanto, nem todo plano de ação deve ser fixo e imutável. Com as mudanças rápidas do mercado e as novidades que aparecem, a liderança deve ser flexível e estar pronta para adequar os planos e estratégias, de acordo com os diferentes cenários e novas ameaças.  

Claro que é importante manter o foco nos objetivos, mas pode ser necessário alterar a rota no meio do caminho para alcançá-los. 

Revisão e ajuste 

Após todo o planejamento estratégico de negócios estar concluído, rodando e sendo mensurado, as empresas devem usar os KPIs para avaliar os resultados, revisar o plano e identificar oportunidades de melhoria. 

Uma pergunta comum de líderes é ‘com que frequência revisar o planejamento?’. Normalmente, é bom realizar uma atualização periódica anual, mas contemplando também revisões contínuas após incidentes e fraudes. 

Leia também: Qual o ROI de contratar serviços de combate a fraudes corporativas? 

Planejamento estratégico e combate a fraudes: como integrar? 

O planejamento possibilita dimensionar o tempo e recursos alocados para a estratégia de combate a fraudes, com um plano de ações tanto para prevenção e detecção como para a investigação e o gerenciamento de riscos. 

Para o planejamento estratégico de combate a fraudes, a integração ocorre quando: 

  • Riscos e fraudes entram na agenda do planejamento anual; 
  • Há alinhamento entre negócios, riscos, compliance, segurança e tecnologia; 
  • Incidentes e fraudes são tratados como fonte de aprendizado estratégico; 
  • Decisões de investimento consideram impacto em riscos. 

As empresas que atuam desse modo coordenado deixam de reagir a situações e passam a antecipar cenários. 

Agora, do ponto de vista de etapas de um plano estratégico de segurança e antifraude, é possível mapear ações de curto a longo prazo, como: 

Curto prazo 

Governança:  

Todo plano eficaz de gerenciamento de riscos e fraudes começa por uma governança clara, formal e apoiada pela alta liderança. Sem essa base, as iniciativas podem se tornar reativas, fragmentadas e dependentes de esforços individuais. 

A estrutura inicial de governança deve definir: 

  • Papéis e responsabilidades de cada área nas ações de compliance, prevenção, detecção, investigação e monitoramento; 
  • Recursos, autonomia e visibilidade das ações; 
  • Comitê executivo de riscos e fraudes para avaliar incidentes, acompanhar indicadores, alinhar respostas e integrar os diferentes envolvidos; 
  • Protocolos e fluxos formais de decisão e resposta. 

Políticas internas:

As políticas e procedimentos internos são um fator decisivo contra fraudes cometidas pelos próprios colaboradores. É essencial ter um código de conduta e ética com as práticas corretas e os valores da organização. Assim, é possível desenvolver políticas de conflito de interesses, brindes, relacionamento com terceiros e uso de acessos, incluindo mecanismos de responsabilização em caso de desvios.   

As políticas bem desenhadas estabelecem limites claros e fortalecem uma cultura organizacional orientada à integridade. 

Compliance:

Manter a conformidade com as leis e regulamentos do mercado, como a Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro, a Lei Anticorrupção e a Lei Geral de Proteção de Dados, e com regulações setoriais específicas, é uma medida imediata para garantir a segurança de operações e evitar sanções. 

Quando há falhas de compliance, aumenta a exposição a multas e danos reputacionais e  abrem-se brechas para fraudadores internos ou externos. 

Gestão de riscos:

Nenhuma organização consegue proteger tudo ao mesmo tempo. Por isso, a gestão de riscos precisa ser prática e orientada à decisão. 

Sua empresa deve identificar os processos críticos mais suscetíveis a fraudes e mapear vulnerabilidades operacionais, financeiras e tecnológicas que podem impactar suas operações, estruturas e instalações.  

Essa análise permite priorizar riscos com maior impacto e definir ações imediatas de mitigação para melhorar os níveis de segurança e minimizar fraudes. Essa visão permite direcionar recursos rapidamente, reduzir exposição e evitar que fraudes previsíveis se concretizem. 

Processos de KYE:

As fraudes modernas envolvem, cada vez mais, aliciamento interno, conivência ou negligência. 

Por isso, a implementação de processos de KYE (Know Your Everyone) é fundamental, a fim de conhecer sua equipe, clientes, fornecedores e demais stakeholders para prevenir fraudes. 

O objetivo não é vigilância excessiva, mas transparência, rastreabilidade e integridade nas relações. 

Saiba mais: Por que as empresas precisam investir em práticas robustas de Know Your Customer? Descubra! 

Due Diligence Investigations

Prevenção e detecção de fraudes: 

Os processos de KYE são apenas uma das camadas de prevenção e detecção de fraudes. Inicialmente, também vale incluir outras ações e controles imediatos, como por exemplo verificações de identidade em cadastros e aberturas de contas. 

Essa etapa ainda pode envolver a definição de indicadores críticos de fraude, revisão de processos sensíveis, como pagamentos, autorizações e acessos, e implementação de medidas essenciais. Dessa forma, é possível estruturar soluções mais robustas. 

Plano de resposta a incidentes:  

Mesmo com controles, fraudes e incidentes vão acontecer. A diferença está na capacidade de resposta. No curto prazo, toda empresa precisa ter canais claros para reporte de suspeitas, fluxos definidos de como seguir, responsabilidades bem atribuídas, critérios para contenção rápida do risco e comunicação interna coordenada. 

Estrutura de investigação:  

Por fim, o curto prazo exige capacidade mínima de investigação estruturada. Isso envolve métodos claros para coleta e preservação de evidências, identificação e responsabilização de envolvidos, mapeamento de vulnerabilidades e procedimentos disciplinares e jurídicos. 

Sem um processo eficaz, a empresa até pode resolver casos pontuais, mas permanece vulnerável à reincidência. 

Médio prazo 

Esses processos, já em fase de maturação, apoiam na mensuração de resultados e ajudam a empresa a se adaptar para atender às mudanças do mercado e preparar a estrutura de segurança e combate a fraudes para o futuro. 

Auditorias:

As empresas precisam analisar de forma detalha e aprofundada as práticas, operações e processos internos para detectar irregularidades que podem dar brechas para fraudes, protegendo a empresa e fortalecendo a eficiência operacional.

Gestão de dados:

Com os KPIs, é possível verificar o desempenho das estratégias de segurança, gestão de riscos e compliance, analisando os dados e identificando potenciais de melhorias. 

Tecnologia:

Neste segundo momento, já deve-se implementar ferramentas de segurança eficientes para combater fraudes, detectando potenciais ameaças em tempo real, além de sistemas de tecnologia da informação para proteger dados pessoais e informações sensíveis.

Treinamento:

Investir na capacitação, educação e treinamento contínuo dos colaboradores ajuda a proteger contra ameaças externas, ataques de engenharia social e possíveis aliciamentos, além de entender as últimas tendências de fraudes para reconhecer novas atividades suspeitas.

Saiba mais: “Risco zero não existe”, afirma Pablo Colombres, CEO da GIF International 

Longo prazo 

A continuidade do planejamento estratégico de negócios de longo prazo envolve o investimento em novas tecnologias, metodologias inovadoras e práticas que transformam o modo de atuação atual. Isso faz com que sua empresa lidere o caminho para o futuro e assegure a relevância no mercado. 

Fortalecimento das estratégias de antifraude:

Com os processos anteriores, gerenciamento adequados, KPIs, tecnologias e protocolos bem definidos, as empresas podem desenhar novas ações de combate a fraudes olhando para o futuro.  

Assim, é possível se antecipar às ameaças e proteger os ativos da organização. Trata-se de manter o compromisso contínuo com a segurança e a integridade das operações. 

Capacidade analítica avançada: 

Ao longo do tempo, o foco da organização passa a ser a geração de inteligência baseada em dados e contexto, contendo: 

  • Bases internas e externas de dados, sejam financeiras, operacionais e comportamentais; 
  • Uso de análise de dados avançada e inteligência artificial para identificação de padrões complexos; 
  • Monitoramento contínuo de modelos emergentes de fraudes. 

Estrutura investigativa madura e especializada: 

As investigações deixam de ser pontuais e se tornam em uma estratégia consolidada com: 

  • Times internos capacitados ou especialistas externos ou modelos híbridos unindo as duas forças; 
  • Metodologias padronizadas e cadeia de custódia robusta; 
  • Integração com jurídico, compliance e segurança da informação; 
  • Foco em identificação de redes e grupos, não apenas indivíduos. 

Leia também: Deixe o combate a fraudes com a GIF International e foque no core business 

Conte com parcerias estratégicas no planejamento de combate a fraudes

Ter parceiros e serviços de consultoria é uma estratégia inteligente, já que a colaboração com especialistas em segurança, antifraude e gestão de riscos permite ter maior expertise e conhecimento aprimorado nas defesas contra as fraudes empresariais. 

Com 30 anos de mercado, a GIF International é reconhecida como referência em combate a fraudes. Temos um ecossistema completo e integrado de soluções personalizadas para atender às necessidades específicas de cada cliente, incluindo serviços de: 

  • Alocação de especialistas; 
  • Análise forense e resposta a incidentes; 
  • Background check; 
  • Biometria de voz; 
  • Brand protection; 
  • Centro de operações integradas; 
  • Desvio de Conduta; 
  • Due Diligence Investigations; 
  • Gerenciamento de riscos; 
  • Inspeção técnica e pronta resposta; 
  • Investigação de fraudes; 
  • Pentest; 
  • Prevenção de fraudes; 
  • Prevenção à Lavagem de Dinheiro; 
  • Threat Intelligence.

Conte com a GIF International para fortalecer políticas internas robustas, manter a conformidade legal, mitigar riscos e reduzir as ameaças. Fale conosco agora mesmo! 

 

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