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Insider threat: como a GIF International ajuda a investigar ameaças internas 

Descubra como investigar ameaças internas de forma estruturada.
  • 17 de fevereiro
  • 2026
  • 7 min

As ameaças internas, conhecidas globalmente como insider threat, estão entre os riscos mais complexos, silenciosos e custosos enfrentados pelas empresas atualmente.  

Diferentemente dos ataques externos, que partem de agentes desconhecidos e costumam deixar rastros mais evidentes, o insider threat nasce de dentro da própria organização, explorando acessos legítimos, confiança institucional e falhas de governança. 

Neste sentido e diante do crescimento das fraudes financeiras e cibernéticas, as ameaças internas se tornaram um risco corporativo crítico. E o mais preocupante: muitas empresas só percebem esse tipo de ameaça quando o dano já foi causado. 

O que é insider threat? 

O termo insider threat se refere a qualquer ameaça originada por pessoas que possuem acesso legítimo aos sistemas, informações, processos, acessos ou instalações de uma organização. Isso inclui colaboradores, ex-funcionários, terceiros, prestadores de serviço, parceiros comerciais e até fornecedores com algum nível de autorização. 

Essas ameaças podem ocorrer de forma intencional ou não intencional. Em ambos os casos, o impacto pode ser significativo, envolvendo perdas financeiras, vazamento de dados, interrupções operacionais, danos reputacionais e riscos regulatórios. 

Ao contrário do que muitos imaginam, insider threat não está restrito a grandes corporações ou empresas de tecnologia. Instituições financeiras, empresas de telecomunicações, indústrias, varejo, e-commerce, apostas, saúde, transportadoras, companhias de logística e até organizações públicas estão igualmente expostas a esse tipo de risco. 

Conheça os diferentes tipos de ameaça interna 

Existem diferentes perfis de casos de fraudes internas. Para se ter uma ideia, segundo o Data Breach Investigations Report, da Verizon, 65% dos incidentes se originam de algum tipo de negligência do profissional. Por outro lado, 31% resultam de ações propositais do funcionário. 

Ameaça interna por negligência 

Esse é o tipo mais comum de insider threat. Ocorre quando colaboradores, mesmo sem intenção maliciosa, colocam a empresa em risco por descuido, falta de conhecimento ou ausência de treinamento adequado. 

Exemplos incluem: 

  • Compartilhamento indevido de informações sensíveis; 
  • Uso de dispositivos pessoais sem proteção adequada; 
  • Envio de dados corporativos para e-mails pessoais; 
  • Clique em links maliciosos que comprometem credenciais.

Apesar de não haver dolo, o impacto pode ser tão grave quanto em ataques intencionais. 

Ameaça interna maliciosa 

Neste caso, há intenção clara de causar dano ou obter benefício próprio, seja por iniciativa própria ou por aliciamento. Pode envolver: 

  • Fraudes financeiras internas; 
  • Desvio de recursos; 
  • Comportamentos antiéticos, como conflito de interesse; 
  • Venda ou vazamento de dados confidenciais; 
  • Sabotagem de sistemas ou processos; 
  • Espionagem corporativa.

Esse perfil costuma explorar falhas de segregação de funções, excesso de privilégios e ausência de monitoramento contínuo. 

Leia também: Ataque hacker à C&M e o aliciamento de funcionários 

Credenciais comprometidas 

Aqui, o colaborador não é necessariamente o agente malicioso, mas suas credenciais são utilizadas por terceiros após vazamento, phishing ou engenharia social. Na prática, o ataque se manifesta como uma ameaça interna, já que o acesso ocorre por meio de um usuário legítimo. 

Exemplos práticos de insider threat 

Exemplo 1: fraude interna no setor financeiro 

Um colaborador com acesso a sistemas de pagamento manipula transações para desviar pequenos valores de múltiplas contas, dificultando a detecção. Sem uma investigação estruturada, o esquema se perpetua por meses. 

Exemplo 2: vazamento de dados estratégicos 

Um funcionário insatisfeito copia informações confidenciais antes de pedir demissão e as compartilha com um concorrente. A empresa só descobre após perder contratos estratégicos. 

Exemplo 3: acesso indevido por ex-colaborador 

A falta de um processo robusto de desligamento permite que um ex-funcionário mantenha acesso a sistemas críticos, facilitando ataques posteriores. 

Qual o tamanho real do problema? 

A ameaça interna é mais comum e mais cara do que muitos gestores imaginam. O custo médio anual pode ultrapassar milhões de dólares quando considerados impactos diretos e indiretos. 

Inclusive, um levantamento do Ponemon Institute mostra que, em média, o custo anual de uma ameaça interna gera um impacto de US$ 17,4 milhões para as empresas. Em 2018, esse valor era de US$ 8,3 milhões. 

Além do impacto financeiro, há ainda a questão de perdas de dados por conta das ameaças internas. De acordo com o 2025 Insider Risk Report da Fortinet, 77% das empresas registraram esse problema no período de 18 meses anterior à pesquisa. 

Outro dado preocupante é o tempo de detecção. Em muitos casos, ameaças internas levam, em média, 85 dias para serem identificadas e contidas, o que amplia significativamente os danos causados.

 

Por que insider threat é um risco tão perigoso? 

Os ataques externos costumam deixar rastros técnicos claros, mas as ameaças internas operam na chamada zona cinzenta entre o comportamento autorizado e o abuso de privilégio. 

A seguir, estão os principais fatores que tornam o insider threat um risco tão perigoso e desafiador:

1. Acesso legítimo a sistemas, dados e processos críticos

Os colaboradores, terceiros e parceiros internos possuem credenciais válidas, permissões ativas e conhecimento sobre fluxos internos. Isso significa que não precisam “invadir” sistemas, operam dentro dos limites aparentes de autorização e conseguem contornar controles desenhados para ameaças externas. 

Na prática, muitas ações maliciosas se confundem com atividades rotineiras, atrasando a detecção e ampliando o impacto do dano.

2. Conhecimento profundo das vulnerabilidades internas

Um insider conhece falhas operacionais recorrentes, controles que existem apenas no papel, processos que não são monitorados em tempo real, e momentos de menor vigilância (turnos, feriados e mudanças organizacionais). 

Esse conhecimento permite que a fraude, o vazamento de dados ou o desvio de conduta seja executado com baixo ruído e alta precisão, aumentando as chances de sucesso e reduzindo a probabilidade de identificação imediata. 

Saiba mais: Código de ética e conduta para enfrentar desvio de comportamento

3. Dificuldade de diferenciação entre erro, negligência e fraude

Um dos maiores desafios para identificar insider threat é separar erro operacional, descumprimento de procedimento, negligência e ação dolosa. 

Essa ambiguidade gera atrasos na tomada de decisão, receio de exposição interna e, muitas vezes, tratamento inadequado de incidentes graves como simples falhas processuais.

4. Potencial de dano ampliado e contínuo

Enquanto ataques externos tendem a ser pontuais, insiders podem atuar por longos períodos, causando vazamentos progressivos de informações, fraudes recorrentes de menor valor (difíceis de detectar), manipulação silenciosa de dados, ou facilitação de ataques externos. 

O resultado costuma ser um dano acumulado, tanto financeiro, como reputacional e regulatório, que acaba sendo percebido apenas quando o impacto já é significativo.

5. Impactos diretos em compliance e governança  

Os casos de ameaças internas frequentemente expõem falhas de governança, ausência de segregação de funções, controles inefetivos e fragilidade na gestão de acessos. 

Do ponto de vista regulatório e jurídico, isso pode resultar em sanções e multas, processos judiciais, questionamentos de órgãos reguladores, perda de confiança de clientes, investidores e parceiros.

6. Forte componente humano e comportamental

O insider threat envolve fatores como pressão financeira ou emocional, ressentimento organizacional, racionalização de condutas indevidas, aliciamento por grupos criminosos e/ou sensação de impunidade.  

Esses elementos impactam negativamente a cultura da empresa e tornam a prevenção tecnológica insuficiente, exigindo uma análise comportamental.

7. Subnotificação e cultura de silêncio

Muitas organizações evitam reconhecer ou reportar incidentes de ameaça interna por medo de danos à reputação, conflitos internos e exposição de falhas de gestão. Essa cultura de silêncio cria um ambiente propício para reincidência e escalada dos desvios. 

Quais os principais sinais de alerta de risco interno? 

Embora sejam difíceis de detectar, insiders deixam sinais que podem ser monitorados: 

  • Acessos fora do horário habitual; 
  • Transferência atípica de grandes volumes de dados; 
  • Uso de sistemas sem justificativa operacional; 
  • Tentativas de elevação de privilégios; 
  • Comportamentos incompatíveis com a função exercida.

Veja também: Fraude ocupacional: como mitigar o risco 

Como as empresas podem se proteger contra ameaças internas? 

A mitigação do insider threat passa por uma abordagem integrada, baseada em prevenção, detecção, resposta e investigação. 

Prevenção 

  • Programas contínuos de conscientização; 
  • Políticas claras de acesso e uso da informação; 
  • Segregação de funções e princípio do menor privilégio; 
  • Processos estruturados de admissão e desligamento.

Detecção 

  • Monitoramento de comportamento de usuários; 
  • Uso de inteligência para identificação de padrões anômalos.

Resposta 

  • Planos claros de resposta a incidentes; 
  • Preservação de evidências; 
  • Investigação técnica e comportamental; 
  • Comunicação coordenada e apoio jurídico.

Investigação 

  • Coleta de evidências; 
  • Análise de logs e eventos críticos; 
  • Correlação de dados operacionais e financeiros; 
  • Entrevistas com envolvidos; 
  • Identificação do modus operandi, responsáveis e vulnerabilidades exploradas; 
  • Apoio a medidas disciplinares e ações judiciais.

Leia também: Processos de investigação: conheça 7 etapas 

O papel da investigação na mitigação do insider threat 

Sem investigação estruturada, a empresa apenas apaga incêndios. A investigação é o que permite: 

  • Entender o que ocorreu; 
  • Identificar falhas exploradas; 
  • Determinar responsabilidades; 
  • Evitar reincidência; 
  • Sustentar ações disciplinares ou judiciais.

Como a GIF International ajuda a investigar ameaças internas 

A GIF International atua de forma especializada no combate a insider threat, apoiando empresas de diferentes segmentos em situações críticas. 

Nossa abordagem combina conhecimento técnico, metodologia investigativa e visão estratégica. 

Investigações especializadas de desvio de conduta 

  • Coleta e preservação de evidências físicas e digitais; 
  • Reconstrução do modus operandi; 
  • Identificação de envolvidos internos e externos.

Análise forense 

  • Análise de logs, acessos e comportamentos; 
  • Avaliação de dispositivos, sistemas e bases de dados; 
  • Suporte técnico para decisões jurídicas e disciplinares; 
  • Produção de relatórios técnicos e executivos.

Risk assessment interno 

  • Mapeamento de vulnerabilidades em processos e controles; 
  • Avaliação de riscos de acesso e privilégios; 
  • Recomendações práticas de mitigação.

Law Enforcement Operations 

  • Suporte técnico para áreas jurídicas; 
  • Estruturação de evidências para processos legais; 
  • Apoio em interações com órgãos reguladores e autoridades.

O foco da GIF International não é apenas responder ao incidente, mas interromper ciclos de fraude e fortalecer a proteção da organização. Está interessado em saber mais informações sobre como podemos auxiliar sua empresa a enfrentar esse tipo de risco? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo! 

 

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